São todas(os) fina prata, do mais alto nível,Oh! Bonifácio.
Não há nada a esconder ou a camuflar!
São Donas Belas Donas,Primas Donas!
São filhas de um ventre digno, que com certeza cuidou da terra e platou para comer, provavelmente são tão dignas como a filha do doutor ou a nora do juíz.
Mas eles são os homens do colarinho branco e caminham a fazer peito alto, sempre a passar a mão na gravata ou a arrumar o sinto, como se fossem!
Parece que são intocáveis, parece que são soberanos.
Os ares de talco pó de arroz, bem tratados, cara pálida!
As mãos são parecida com as mãos de um padre, de um pianista, de um violonista!
-Oh! Perdoa a minha "pseudomanianeurossistêmica", muitas vezes esqueço-me dos bons costumes, da ética, do protoloco, do acordo, dos desacordos, do lado A ou do lado BCD!
Meus pensamentos são tão vagos e sem nexo, ainda assim, alguém consegue interromper o que ando a tirar da inteligência amorfa, e assim, deparo-me a observar a fina conversa de um doutor, que se posiciona como ético, que se acha de boa procedência familiar.
Mediante o que ouço, faço o filme e me vejo como um verme perante aquele homem.
Será que sou um verme?
-Bahh!
Ao sentir me como uma bactéria, e ainda assim, consigo ativar a célula que despoleta o "mua pensamento", que retrata a minha indignação, ao criar o cenário do "senhor que manobra as leis".
O celular toca:
-Beautiful day....
O homem dentro daquele terno boss, preto e gravata vermelha mássimo, tal e qual um abutre de porta de prisa:
-O filho não é meu, sei lá, se vira nos trinta, ela que se dane!
O celular rasga no beco da avenida, ele ajeita a gravata:
-Beautiful daaaaayyy..uuuuu!
Enquanto o porteiro ou quem sabe o senhor do pão do outro lado:
-Ela esta caída nas escadas e parece que vai perder a criança!
O verme:
-Não volte a incomodar ou você vai apodrecer na cadeia.
Não há nada a esconder ou a camuflar!
São Donas Belas Donas,Primas Donas!
São filhas de um ventre digno, que com certeza cuidou da terra e platou para comer, provavelmente são tão dignas como a filha do doutor ou a nora do juíz.
Mas eles são os homens do colarinho branco e caminham a fazer peito alto, sempre a passar a mão na gravata ou a arrumar o sinto, como se fossem!
Parece que são intocáveis, parece que são soberanos.
Os ares de talco pó de arroz, bem tratados, cara pálida!
As mãos são parecida com as mãos de um padre, de um pianista, de um violonista!
-Oh! Perdoa a minha "pseudomanianeurossistêmica", muitas vezes esqueço-me dos bons costumes, da ética, do protoloco, do acordo, dos desacordos, do lado A ou do lado BCD!
Meus pensamentos são tão vagos e sem nexo, ainda assim, alguém consegue interromper o que ando a tirar da inteligência amorfa, e assim, deparo-me a observar a fina conversa de um doutor, que se posiciona como ético, que se acha de boa procedência familiar.
Mediante o que ouço, faço o filme e me vejo como um verme perante aquele homem.
Será que sou um verme?
-Bahh!
Ao sentir me como uma bactéria, e ainda assim, consigo ativar a célula que despoleta o "mua pensamento", que retrata a minha indignação, ao criar o cenário do "senhor que manobra as leis".
O celular toca:
-Beautiful day....
O homem dentro daquele terno boss, preto e gravata vermelha mássimo, tal e qual um abutre de porta de prisa:
-O filho não é meu, sei lá, se vira nos trinta, ela que se dane!
O celular rasga no beco da avenida, ele ajeita a gravata:
-Beautiful daaaaayyy..uuuuu!
Enquanto o porteiro ou quem sabe o senhor do pão do outro lado:
-Ela esta caída nas escadas e parece que vai perder a criança!
O verme:
-Não volte a incomodar ou você vai apodrecer na cadeia.
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